Tornar-se mãe não apaga a mulher que existia antes.
Amar profundamente um filho não obriga ninguém a viver a maternidade sem medo, ambivalência, exaustão ou conflito.
Gestação, parto e puerpério podem mexer com muito mais do que a rotina. Podem atravessar identidade, relacionamento, corpo, trabalho e a forma como uma mulher passa a reconhecer a si mesma.
Conhecer o atendimento
Talvez você não esteja vivendo a maternidade como imaginou.
E nem sempre é fácil dizer isso em voz alta.
“Eu amo meu filho, mas estou exausta.”
Amor e esgotamento podem existir ao mesmo tempo. Um sentimento não anula o outro.
“Eu não me reconheço mais.”
A maternidade pode modificar rotina, corpo, prioridades e a própria percepção de identidade.
“Tenho medo de não dar conta.”
Ansiedade, insegurança e cobrança podem transformar cada decisão em uma prova de que é preciso acertar.
“Todo mundo pergunta pelo bebê. E eu?”
Em meio aos cuidados com uma nova vida, as necessidades da mulher podem desaparecer do campo de visão.
Você pode estar feliz por ser mãe e ainda assim não estar bem.
Isso não é uma contradição. A psicoterapia oferece um espaço para falar da experiência real — inclusive das partes que você sente que deveria esconder.
Priscila Gomes
Gestalt-terapeuta com atuação em Psicologia Perinatal.
Priscila acompanha mulheres em momentos em que mudanças emocionais, familiares e pessoais começam a exigir mais do que simplesmente “dar conta”.
Seu trabalho busca compreender a experiência de cada pessoa sem reduzi-la a um sintoma, um diagnóstico ou ao papel que ocupa na família.
Há muita coisa acontecendo entre a gravidez e o depois.
- Gestação e mudanças emocionais
- Medos relacionados à gravidez e ao parto
- Ansiedade no período perinatal
- Puerpério e adaptação à nova rotina
- Sobrecarga e culpa materna
- Identidade depois da maternidade
- Mudanças no relacionamento
- Rede de apoio e estabelecimento de limites
Você não precisa ser mãe para ser atendida por Priscila.
Sua atuação clínica também acompanha pessoas em outras fases da vida.
Ansiedade, autoestima, sobrecarga, relacionamentos, insegurança, conflitos familiares e dificuldade de estabelecer limites também podem fazer parte do processo terapêutico.
A questão não é encaixar você em uma lista. É compreender o que está acontecendo na sua vida e como você tem vivido isso.
Acolher não é apenas ouvir.
Na Gestalt-terapia, a experiência é observada considerando o que você sente, como se relaciona, o contexto em que vive e os padrões que foram se construindo ao longo da sua história.
Priscila Gomes
Psicóloga, Gestalt-terapeuta e especialista em Psicologia Perinatal.
Realiza psicoterapia presencial em Salvador e atendimento on-line.
Você não precisa esperar até não conseguir mais dar conta.
Se você se reconheceu em alguma parte desta página, pode conversar diretamente com Priscila para saber como funciona o atendimento.
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